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A morte encefálica é definida como a perda completa e irreversível das funções cerebrais. Para que os neurônios funcionem adequadamente, eles necessitam de oxigênio e glicose, que são fornecidos ao cérebro pela circulação sanguínea. Quando algum problema interrompe esse fluxo sanguíneo, as células cerebrais podem morrer, resultando em comprometimento das funções cerebrais. Se essa perda for total e irreversível, é declarada a morte cerebral.
Um exemplo recente é o caso da atriz mirim Milena Brandão, de 11 anos, que teve a morte cerebral confirmada. Seus pais relataram que o diagnóstico foi tardio, com informações iniciais indicando que se tratava de dengue.
Embora alguns órgãos possam continuar funcionando, o cérebro não consegue mais controlá-los. Assim, mesmo que haja batimentos cardíacos, eles tendem a cessar, e a respiração não ocorrerá sem suporte de aparelhos.
Qualquer condição que interrompa a função cerebral antes de afetar outras partes do organismo pode resultar em morte encefálica. As causas mais comuns incluem:
No Brasil, a resolução nº 2.173/17 do Conselho Federal de Medicina (CFM) estabelece critérios rigorosos para a declaração de morte encefálica. Especialistas afirmam que o protocolo brasileiro é um dos mais criteriosos do mundo, garantindo que a determinação da morte encefálica seja feita de forma precisa e confiável.
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