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O Brasil avançou 47 posições no Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa da Repórteres Sem Fronteiras (RSF), uma organização não governamental e sem fins lucrativos, entre 2022 e 2023. Em 2024, o país ocupava a 82ª posição entre os 180 países avaliados, e agora está na 63ª, o melhor resultado alcançado nos últimos 11 anos.
Essa melhora reflete um ambiente político menos conflituoso, com uma diminuição nos ataques físicos e processos judiciais abusivos contra a imprensa. No entanto, a RSF alerta que essa evolução está ameaçada pela crise financeira que afeta os veículos de comunicação em todo o Brasil.
Nos últimos dez anos, os resultados do Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa têm destacado a deterioração geral da liberdade de imprensa no mundo. Em 2025, uma nova linha vermelha foi cruzada: a pontuação média de todos os países avaliados caiu abaixo de 55 pontos, um patamar que indica uma "situação difícil". Os dados brasileiros estão entre as poucas melhorias registradas no ranking deste ano.
De acordo com o relatório da organização, o jornalismo nas Américas enfrenta a fragilidade dos serviços de informação pública, a concentração da mídia e condições de trabalho precárias, com a crise se intensificando após o colapso dos modelos tradicionais de negócios.
No Brasil, essa crise se manifesta na queda acentuada das receitas publicitárias tradicionais, que estão cada vez mais concentradas em plataformas como Google e Meta, nos cortes de verbas públicas para comunicação e no aumento de "mídias fantoches" financiadas por políticos e empresários para promover narrativas de interesse próprio.
"Quando um meio está economicamente fragilizado, ele se torna um alvo fácil para grupos que desejam controlar a informação", explica Anne Bocandé, diretora editorial da RSF.
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