“Fantasy Life i: The Girl Who Steals Time” ultrapassa 1,5 milhão de cópias vendidas

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 O aclamado jogo “Fantasy Life i: The Girl Who Steals Time” atingiu um marco significativo em sua trajetória: mais de 1,5 milhão de unidades vendidas desde o seu lançamento. Desenvolvido com foco em aventura, fantasia e elementos de RPG, o título rapidamente se destacou por oferecer aos jogadores uma experiência imersiva e diversificada, combinando exploração, combate estratégico e uma narrativa envolvente que explora a manipulação do tempo. No centro do jogo está a protagonista, uma jovem com a habilidade de controlar o tempo, cujas decisões influenciam diretamente o desenrolar da história. Essa mecânica diferenciada chamou a atenção dos jogadores, permitindo múltiplas abordagens para cada desafio e incentivando a experimentação dentro do universo de fantasia cuidadosamente construído pelos desenvolvedores. Além da jogabilidade inovadora, “Fantasy Life i” se tornou popular pelo design de personagens cativante, cenários ricos em detalhes e a liberdade de escolher diferentes “v...

Colecionar bonecas reborn: o hobby inusitado que conquista mulheres de todas as idades

 Colecionar bonecas reborn: o hobby inusitado que conquista mulheres de todas as idades

Um passatempo curioso tem ganhado cada vez mais espaço entre mulheres brasileiras de diferentes gerações: a coleção de bonecas reborn. Essas réplicas incrivelmente realistas de recém-nascidos impressionam pelo nível de detalhes e têm cativado um número crescente de entusiastas. Neste domingo (11), o programa Fantástico, da TV Globo, conversou com algumas dessas colecionadoras apaixonadas.

Entre elas está Carla Alves, bióloga que vive em Itaquera, zona leste de São Paulo. Casada e mãe de dois filhos adultos, ela sempre sonhou em ter uma boneca reborn. “As pessoas dizem: ‘Mas nessa idade, brincando de boneca?’ E eu respondo: ‘Não brinco, eu coleciono. O que me atrai é o realismo’”, conta Carla. Ela já tem várias "filhas reborn", como Julia Sofhia e Maria Helena — esta última adquirida em 10 parcelas.

Julia Sofhia custou R$ 1.300, e desde então outras bonecas foram se juntando à coleção. “Hoje estou pagando a parcela das duas e já me preparando para a terceira”, diz Carla.

Para outras mulheres, como a costureira Edna Hereki, também de São Paulo, o hobby vai além da paixão: tornou-se parte da decoração da casa e até fonte de renda. Com um total de 20 bonecas reborn, Edna cuida delas com zelo — penteia os cabelos, troca as roupas e ainda cria peças sob medida para outras "mamães reborn" e "cegonhas", nome dado às artesãs que produzem essas bonecas.

As cegonhas são as responsáveis por transformar kits de plástico em verdadeiras obras de arte. Todo o processo é manual: pintura minuciosa que simula veias e manchas da pele, além do implante de fios de cabelo, um por um. O nome reborn significa "renascido" em inglês — uma referência ao processo de criação dessas bonecas realistas.

O fascínio por essa arte já chegou às redes sociais de celebridades como Britney Spears e Padre Fábio de Melo, ajudando a tornar o hobby ainda mais conhecido. Com essa popularidade crescente, a Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro chegou a aprovar um projeto de lei que institui o “Dia da Cegonha Reborn”, aguardando agora a sanção do Executivo municipal.

Apesar da aceitação cada vez maior, o colecionismo ainda enfrenta críticas. Carla lembra de uma situação desconfortável numa feira: “Um homem me criticou, dizendo que eu devia adotar uma criança ao invés de gastar com bonecas. Mas o dinheiro é meu. E eu sei que não é um bebê de verdade. Nosso objetivo é divulgar essa arte.”

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