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Centenas de amigos e familiares de Iraci de Souza Teixeira, de 66 anos, se reuniram na tarde deste sábado (3) para o velório da diarista, que foi assassinada em Vila Velha. A despedida teve que ser realizada com o caixão fechado devido ao avançado estado de decomposição em que o corpo foi encontrado na última quinta-feira (1), em uma cova rosa em um terreno em Vila Encantado.
De acordo com informações do repórter Cristian Miranda, da TV Gazeta, o caixão chegou ao cemitério Parque da Paz, na Ponta da Fruta, por volta das 14 horas, e o velório durou apenas 45 minutos, também em razão das condições do corpo. Após isso, o enterro foi realizado.
"É um sentimento de angústia, de tristeza, de muita tristeza, porque levaram um pedaço da gente. Foi tirado um pedaço da gente", desabafou Fábio Teixeira, um dos filhos da diarista, a quem se referia como uma guerreira.
"A minha mãe começou a trabalhar em casas de família. Ela fazia faxina e criou os três filhos sozinha. Quando se separou do meu pai, minha irmã mais nova tinha apenas nove meses. Então, ela criou os três filhos sozinha. Minha mãe fazia faxina, aprendeu a profissão de manicure e, com muito esforço, conseguiu montar seu próprio salão. Ela era uma verdadeira guerreira, um exemplo de mulher. Sempre foi um exemplo para nós", destacou Fábio à TV Gazeta durante o velório.
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